Ao longo das últimas décadas, diversos fóruns e conferências internacionais têm debatido alternativas ao modelo de desenvolvimento adotado pela sociedade. A Agenda 21, documento produzido durante a Conferência das Nações Unidades para o Meio Ambiente, de 1992 (ECO-92), estabelece diretrizes gerais para a sustentabilidade do planeta e ressalta, em seu capítulo 36, a importância dos países promoverem atividades de lazer e turismo ambientalmente saudáveis, fazendo uso de museus, zoológicos, e outras estruturas afins.
Os aquários de visitação pública se inserem nessa proposta e podem ser considerados como um tipo de zoológico aquático, que tem em exibição animais e algas marinhas e/ou de água doce.
A exposição de diferentes organismos em tanques e aquários temáticos, permite uma experiência única aos visitantes, que têm a oportunidade de conhecer e admirar nossa rica biodiversidade aquática e se sensibilizarem para a conservação dos ambientes e da fauna aquática. Destaca-se ainda o papel dos aquários, para a popularização do acesso aos ecossistemas aquáticos, sobretudo para grupos que dificilmente teriam a oportunidade de mergulhar ou se deslocar ao litoral, como idosos, portadores de necessidades especiais e populações de baixa renda.
Desta forma, o Aquário Marinho da SABINA, tem como objetivos:
I – Sensibilizar o público em geral para a Conservação Ambiental, especialmente dos Ecossistemas e Organismos Aquáticos;
II – Difundir conceitos e conhecimentos a respeito dos ecossistemas e espécies marinhas;
III – Servir como fonte de estudo e pesquisa para escolas e demais instituições de ensino da região;
IV - Possibilitar o contato direto e indireto do público com as espécies marinhas cultivadas